Os problemas com que se debatiam as rendilheiras de Vila do Conde, evidenciados num Inquérito feito em 1979, indiciavam a extinção, a breve prazo, do importante centro rendeiro.

A Câmara Municipal, empenhada na salvaguarda dos seus valores, entendeu que a sua acção seria mais eficaz se ligada a outros agentes, pelo que em 1984 surge a Associação para Defesa do Artesanato e Património de Vila do Conde, legalmente constituída com o fim de “inventariar, preservar e promover” as artes e ofícios tradicionais, com particular atenção às Rendas de Bilros. Na prossecução dos seus objectivos, entre outras iniciativas – exposições, concursos ou desfiles de moda, destaquem-se a Oficina que funciona no Museu das Rendas de Bilros e a organização da Feira Nacional de Artesanato, evento que muito tem contribuído para a promoção e dignificação do artesanato português.


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